Nunca Desista - Há sempre uma saída.
     
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NUNCA DESISTA

nunca_desista.

Se o 'plano A' não deu certo, o alfabeto tem mais vinte e cinco letras. Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento que para todo problema há sempre uma saída.

Nunca desista. Não entregue os pontos.

Nunca se deixe derrotar. Lute. Persista. Vá em frente apesar de tudo. Quando todos disserem o contrário, continue acreditando que você vai conseguir.

     Vou te contar duas histórias.
     A primeira é um trecho do livro “Voando como a águia” do escritor marroquino At-Tartuchi. Ele conta que havia um rei num país distante, que alternava momentos bem humorados com outros de extremo mau humor. Os súditos quando tinham que falar com ele, preocupavam-se porque quando estava mal humorado, sua majestade recebia todo mundo aos gritos, e o pior: jamais decidia favoravelmente sobre o que lhe pedissem nesses dias. Quando estava de bom humor, no entanto, o rei mostrava-se generoso e magnânimo. Era uma questão de sorte.
     Havia um súdito que trabalhava no campo, tirando seu sustento do cultivo da terra, e que precisava desesperadamente resolver uma pendência. Suas terras tinham sido declaradas de interesse público e ele tinha sido despejado. Dependia da decisão favorável do rei, caso contrário, perderia a casa e as terras. Não teria como sustentar sua família e teria que começar do nada em outro lugar se o despacho do rei lhe fosse desfavorável.
     Naquela noite ele não dormiu. Desmarcar a audiência, nem pensar, pois o súdito que faltasse a um compromisso marcado pelo rei nunca mais teria o direito de ser recebido por ele.
     De madrugada ele orava, e ouvia a chuva cair sobre o seu teto. Lembrou também os raios, relâmpagos e trovoadas que antecederam aquela chuvinha deliciosa e amiga. Os desígnios do criador são perfeitos, pensou e voltou a orar fervorosamente. Estava preocupado com o destino da sua família se o rei estivesse de mau humor no dia seguinte.
     Ao chegar nos portões do palácio, pela cara dos sentinelas ele já percebeu como estava o clima na sala do trono. Subiu as escadas preocupado. Não havia mais como voltar. Enquanto atravessava os corredores se lembrava da chuva maravilhosa que naquela noite caiu sobre sua lavoura. O rei estava bufando quando ele entrou. Brigava com todos os ministros ao mesmo tempo. Xingava todo mundo com tanta ferocidade que o palácio tremia.
     Ele chegou pisando leve, colocou-se no lugar que lhe indicaram e esperou. Por fim o rei voltou-se para ele, com a expressão de quem queria matar alguém. Ele curvou a cabeça respeitosamente e ouviu uma pergunta enraivecida:
     -E tu? Quer o que aqui? Diz logo de uma vez e chispa da face da terra antes que eu me aborreça! O lavrador levantou a cabeça e, sorrindo, disse calmamente:
     -Vossa majestade é como o céu. Quando lança relâmpagos e trovoadas, está na verdade nos preparando para receber o benefício da chuva. Por isso tenho esperança de que me concedereis o direito de permanecer na terra onde moro, para continuar meu cultivo, fazer boas colheitas e enriquecer vosso reino.”
     As palavras do lavrador, sinceras, tranquilas e confiantes, dissiparam o mau humor do rei, que ouviu em silêncio, se acalmou, abriu um grande sorriso e concedeu ao requerente o que ele pedia.

     A outra história é uma antiga lenda.
     Conta que na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente que tudo planejou para que a culpa recaísse sobre aquele pobre bode expiatório esperando desta forma sair impune do seu crime.
     O homem foi levado a julgamento. Se condenado, seu destino seria a forca.
     Conhecendo a influência e a fama da pessoa que o acusava, ele sabia que tudo seria feito para condená-lo e que não tinha chances de sair vivo daquela situação.
     O juiz, que também já recebera dinheiro para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, e aproveitando que todos os que ali se encontravam eram pessoas muito religiosas, disse:
     - Como sou um homem muito religioso não vou lhe julgar. Vou deixar sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever num papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você pegará um dos papéis e o que estiver escrito no papel que você escolher, será sua sentença. Deus irá julga-lo - sentenciou solenemente o juiz apontando para o teto como se apontasse para o próprio Deus- e suas próprias mãos – finalizou agora apontando para o réu- suas próprias mãos escolherão seu veredicto.
     A plateia considerou razoável a decisão do magistrado, pois ninguém melhor do que Deus, infinitamente justo e poderoso, para fazer justiça naquela situação. Sem que ninguém percebesse porem, o juiz preparou os dois papéis com a palavra CULPADO, de modo que não havia escapatória para o homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem se concentrou por alguns segundos, certo de que sua vida dependia do que fizesse naquele momento aproximou-se da mesa, pegou um dos papéis e disse se dirigindo ao povo que a tudo assistia com grande interesse: O papel que eu escolho é esse daqui. E que seja feita a vontade de Deus! E rapidamente colocou o papel na boca e engoliu.
     Os presentes surpresos protestaram. Você engoliu o papel. Agora não sabemos qual foi o veredicto. E o acusado, muito confiante respondeu: Leiam o que está escrito no papel que ficou sobre a mesa. É claro que no papel que eu escolhi estava escrito o contrário. Assim foi feito e o homem foi inocentado.


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