NAMOROFOBIA- O medo do compromisso sério
     
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Namoro sério


casal em namoro sério.


Sabe aquela pessoa que sempre cai fora quando o namoro começa a ficar sério? Por mais que encontre alguém bacana morre de medo de se envolver? Ou então nunca acha alguém que esteja “à sua altura”, ou pior: a palavra namoro para ela é uma piada? Sabe o que é isso?
      Chama-se namorofobia, e é crescente o número de pessoas que sofrem dessa síndrome.

O medo do compromisso

Os motivos são diversos, aponta o terapeuta Sergio Savian: péssimos modelos de relacionamentos na família que não gostariam de repetir, uma decepção amorosa atrás da outra, decorrentes da superficialidade dos relacionamentos atuais ou simplesmente, não sabem como viver uma vida compartilhada.
      O termo ‘namorofobia’ serve para descrever a necessidade enorme que algumas pessoas têm de se proteger do envolvimento. Elas não querem perder o controle, nem dar satisfação a ninguém. Querem seguir livres, custe o que custar... É um sintoma dos tempos atuais. Nas últimas décadas esse comportamento só faz crescer. A ideia de encontrar alguém para completar a felicidade deixou de fazer sentido. Repetir para a tia nas festas da família que continua solteiro não é mais vergonha para ninguém, muito pelo contrário.

A proximidade de um namoro sério

Valorizar sua independência, embora não seja um problema, interfere nos relacionamentos. No passado, homens e mulheres dependiam um do outro e existiam regras sociais rígidas para seguir. Como ninguém mais quer abrir mão das suas vontades, não se sabe mais como agir a dois. É injusto dizer que não há pessoas tentando, mas é utopia achar que conseguirá um relacionamento totalmente independente. Você sempre precisará do outro em um namoro ou em qualquer outra situação de convivência. Ninguém consegue ser autossuficiente a ponto de nunca precisar de ninguém.
      Experiências dolorosas do passado podem provocar o medo de novos sofrimentos. Mas nem todas as pessoas têm as mesmas inseguranças ou outras fraquezas. A compreensão do que sentimos, é o melhor estímulo de que precisamos para recomeçar. Talvez, hoje, seja o dia propício para fazer uma pausa e pensar: Será que alguma experiência dolorosa do passado continua exercendo influência sobre meu jeito de amar e sobre a profundidade de meus relacionamentos? Quantas ocasiões sentimos vontade de convidar alguém para sair, conversar, ir à praia, ou ao cinema e não fazemos nada disso porque simplesmente temos medo de levar um não! Ou ainda, quantas vezes deixamos de dizer às pessoas o quanto elas nos fazem bem e as amamos, por medo de que o sentimento não seja recíproco. Com medo da rejeição.

Namoro sério é conversar e se entender.

O excesso de exigências, também causa solidão. Se você acredita que ninguém é bom o bastante, vai namorar com quem? A natureza das relações está ligada às imperfeições e o crescimento vem com elas. É exatamente porque exigências demais geram solidão, que os perfeccionistas têm muita dificuldade de construir um relacionamento satisfatório.
      Para os românticos inveterados, nada de desespero. O amor está longe de ver o seu fim e até mesmo o coração mais medroso não está livre de se apaixonar. A paixão é sempre fantasiosa e irreal, mas isto não quer dizer que não seja prazerosa. Já o amor pode acontecer com mais companheirismo. E é na amizade que existe algum futuro para as relações daqueles que têm tanto medo de se ferir, ou exigem demais do outro. É o caminho mais inteligente. Unir atração física e amizade, combinando afeto e afinidades.

Namoro sério é construir um relacionamento

Ao contrário do que muitos pensam, o comportamento que envolve o namoro tem que ser aprimorado dentro da própria relação. O que deu certo no passado pode ser motivo de briga agora e vice-versa. Para dar certo é preciso que ambos estejam constantemente dispostos a resolver os conflitos que forem aparecendo.
      O medo de enfrentar essas situações de conflito, perder a individualidade, deixar de ser você mesmo, o medo de depois de tudo, depois de todo o investimento emocional e de tempo dar tudo errado, é um medo comum entre os namorofóbicos levando muitas pessoas a evitar o compromisso mesmo estando apaixonadas e sendo correspondidas. Muitos encaram o término como um fracasso e não querem se arriscar a passar por isso de novo por medo de sofrer ou fazer o outro sofrer.
      É fato porém que muitas vezes, verdade seja dita, o paquera que jura ter problemas sérios em se relacionar pra valer, simplesmente não está tão a fim de assumir a ficante do momento. Namoro sério não é só trocar o status do facebook. Namoro sério é entrega, é ter em quem confiar e saber que está seguro quando tudo dá errado, é pensar o dia inteiro na pessoa, é estressar com aquela amiguinha que nem sempre oferece perigo, é receber um eu te amo inesperado, um beijo gostoso, uma entrega devoradora. Namoro é pele, é química e é desejo, tudo misturado. Quando não existe esta sintonia, é de fato um risco muito grande assumir compromissos maiores.


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