EQUILIBRAR AS CONTAS E CONSEGUIR GUARDAR DINHEIRO
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Maio 2017


10 DICAS DE OURO SOBRE
Planejamento Financeiro


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Marilia Milena


Muita gente vive tentando guardar dinheiro, mas desiste simplesmente porque acha difícil. Mas existem técnicas de planejamento financeiro para ajudar quem deseja superar essas dificuldades.

Como equilibrar as contas e conseguir guardar dinheiro.

Mesmo se você não consegue sequer pagar suas contas em dia, ainda assim, poupar não é impossível. Gastar mais do que ganha é mais comum do que parece. Então, como é que eu vou conseguir poupar, fazer uma poupança, guardar algum dinheiro todo mês, se não consigo nem mesmo pagar o que devo?
        É muito simples. Basta você se auto educar financeiramente colocando em pratica técnicas e atitudes para corrigir a forma como você conduz suas finanças.
        Essa é uma dificuldade da maioria dos brasileiros, e isso acontece principalmente porque o governo brasileiro a partir da década de 80, para sair da mega crise econômica, deixou de incentivar a poupança e passou a incentivar o consumismo e o endividamento, através da facilitação do credito, para gerar resultados na arrecadação de impostos. Isso afastou a população, do habito de poupar.
        Mas se você coloca em pratica os métodos corretos para se autoeducar para gerenciar sua vida financeira, aí torna-se fácil!. Se você decidir colocar em pratica estas 10 dicas que eu, Marília Milena, separei pra você, tudo vai ficar muito fácil. Tudo se torna uma questão de decisão e foco.

1. Controle suas despesas.

Primeiro é preciso garantir que o valor das despesas do mês seja menor do que o dinheiro que você ganha no mês. Não adianta querer poupar se não tiver nada sobrando.
        Some todas as contas da casa: supermercado, luz, água, internet e telefone, colegio. Além disso, considere nesse cálculo os custos com entretenimento e saúde, como a mensalidade da academia, e do plano de saúde por exemplo.
        Saber exatamente para onde está indo seu dinheiro, é o primeiro passo porque todas as decisões futuras vão depender deste levantamento detalhado.
        Parece complicado, mas se for preciso, baixe um bom aplicativo de gestão financeira no seu celular.

2. Descubra itens na sua lista para cortar ou reduzir.

Agora é o momento em que você precisa ter coragem. Está na hora de definir o que é que você vai cortar. Da seriedade que você aplicar nesta avaliação vai depender o sucesso do seu planejamento financeiro, portanto faça uma lista de todos os gastos, mas desta vez em ordem de prioridade e corte sem dó, as despesas desnecessárias.
        Por exemplo: a escola dos filhos é um investimento necessário, então deve estar no topo da lista. No entanto, visitas frequentes a restaurantes são despesas que você pode reduzir ou até cortar.
        Todas as despesas que ficarem do meio da lista para baixo, passarão por uma reavaliação para serem reduzidas ou eliminadas. Aí estão também os chamados gastos supérfluos, aquele que antes da compra parece que você não viveria sem ele, então você compra, mas só compra. Simplesmente não usa. Cuidado com descontos progressivos, aquele que aumenta dependendo do número de itens que você compra. Pode levá-lo a comprar mais do que realmente necessita.
        Como você vê, são todas medidas simples, que você pode perfeitamente, começar a por em prática agora mesmo.

3. Conta atrasada, despesa dobrada.

Juros, multas, protestos. Tudo isso prejudica qualquer planejamento financeiro. O Brasil tem uma das taxas de juros mais altas do mundo, os juros do cheque especial e do cartão de credito são os mais altos do planeta, portanto, a lei que você precisa inserir na sua vida é muito clara: Fugir dos juros, não comprar nada com juros. Não existe parcelamento sem juros. Diante de uma proposta de parcelamento sem juros, prefira à vista com desconto. Dedique atenção especial ao cartão de crédito e ao plano de saúde que praticam uma taxa de juros realmente elevada.

4. Nunca compre nada por impulso.

O dinheiro que você gasta com coisas desnecessárias compradas por impulso, você poderia investir e ganhar mais dinheiro, portanto não compre por impulso. Espere. Volte dois dias depois para efetuar a compra. Provavelmente no fim desses dois dias, você já descobriu que não precisa daquilo. Pense na real utilidade de cada compra e avalie muito bem o custo-benefício.

5. Use o cartão de crédito com inteligência.

Cartões são muito práticos, o problema é que fazem você perder a noção do dinheiro gasto. É tão fácil passar o cartão, que fica mais fácil ainda perder o controle das pequenas despesas. Não deixe isso acontecer. Pague pequenas despesas com dinheiro. Só use o cartão de crédito para algumas compras maiores e só se tiver certeza que terá o dinheiro pra pagar integralmente no vencimento do cartão.dicas-valiosas-para-fazer-um-planejamento-financeiro-familiar

6. Comece a usar um bom aplicativo de gestão financeira.

O controle de entradas e saídas de dinheiro é o meio mais fácil de saber quais são os seus maiores gastos e evitar despesas desnecessárias.
        Parece difícil? Pois para resolver basta pedir ajuda a um bom aplicativo de gestão financeira.
        Muitas pessoas ainda não conseguem gerenciar o orçamento familiar, seja por falta de disciplina ou mesmo por preguiça, pois acham que será muito trabalhoso e não vai adiantar nada. Tire isso de sua cabeça, de uma vez por todas. Os resultados compensarão todo e qualquer esforço que você fizer. Acredite!
        Existem muitos aplicativos para smartphones que são verdadeiros anjos das finanças pessoais e do controle financeiro. Auxiliam no monitoramento das receitas e despesas, acompanham os gastos com cartão de crédito, projetam o orçamento do mês e muito mais.
        A Tecmundo reuniu nesta página alguns dos melhores e a maioria deles tem versão gratuita.

7. Troque dívidas caras por outras mais baratas.

Quando se está no vermelho, Muitas vezes, para driblar as altas taxas de juros e evitar maiores gastos e cortes no orçamento, uma solução é trocar de dívida.
        Por exemplo: quem está enrolado com o cheque especial, uma modalidade de credito que tem a mais alta taxa de juros do mercado, pode fazer um empréstimo consignado, pagar o cheque especial e continuar pagando o empréstimo consignado ou um empréstimo pessoal que tem uma taxa de juros bem menor. Essa substituição influencia muito no pagamento de juros mensais e, consequentemente, dá um alívio nas contas do mês. A medida que você vai ajustando esses esforços, vai tomando gosto pela coisa e vai se tornando cada vez maior aquela quantia que você consegue separar por mês para poupar.

8. Tenha objetivos e estabeleça uma quantia para poupar.

Definir objetivos para a poupança é muito importante para não perder o foco durante o processo.
        Defina bem qual é o propósito que esta levando você a fazer o esforço de poupar e deixe esse objetivo bem claro e detalhado na sua cabeça. Não poupe apenas por poupar! Podem ser objetivos de curto prazo como comprar um celular novo, de médio prazo, como por exemplo, trocar de carro ou de lomgo prazo, como se aposentar, ou dar entrada na casa própria.
        São estas metas e objetivos que vão incentivá-lo a não desistir no meio do caminho. Se você já tomou a decisão de poupar, já fez corretamente a lição de casa do planejamento financeiro e estabeleceu os objetivos para sua popança, o próximo passo fica muito fácil.

9 Defina quanto vai precisar guardar por mês.

Para isso basta responder 3 perguntas:
        Qual meu objetivo?
        Quanto “custa” esse objetivo?
        Em quanto tempo quero atingir esse objetivo?
        Tendo essas respostas, você saberá exatamente quanto vai precisar poupar para atingir sua meta. Procure sempre fixar objetivos viáveis. Que você sabe que vai conseguir e não vai sair do seu propósito até conseguir.

10. Escolha como vai guardar o dinheiro.

Quando já se tem um valor mensal para poupar, é importante definir onde aplicar esse dinheiro. Escolher um bom destino para a quantia é importante, em primeiro lugar, para evitar que seu dinheiro seja corroído pela inflação, se deteriore e perca poder de compra. Você não pode deixar que isso aconteça porque você tem um objetivo.

        A mecânica desta fase é mais ou menos a seguinte:
        1) comece a guardar dinheiro na caderneta de poupança até no máximo mil reais. A caderneta de poupança é praticamente uma conta corrente. Paga juros ridículos. Mas para começar é melhor que seja por aí. E se você chegou nessa fase, significa que você já avançou muito e tem todas as condições de chegar lá.
        2)Com mil reais na caderneta de poupança, transfira quinhentos para CDB (Certificado de Depósito Bancário) ou para Tesouro Direto que são aplicações seguras e oferece um rendimento maior.
        Quem investe quer ganhar dinheiro, certo? Claro. Mas não é na poupança que a multiplicação do dinheiro vai acontecer. Para ganhar dinheiro de verdade, é preciso estudar e ter planejamento.
        Engana-se quem acredita que basta conversar com o gerente do banco para que tudo se resolva. Ele até pode ajudar, mas lembre-se de que ele trabalha para o banco e tem metas a cumprir.
        A saída mais uma vez, é aprender você mesmo a investir e a ficar mais rico a cada dia. Isso não acontece da noite para o dia, mas tudo para acontecer tem que ter um começo. Você precisa ler a respeito e compreender sua situação financeira antes de decidir qual é o melhor caminho.
        Um dos investimentos mais tradicionais é a poupança que não pede valor mínimo para começar a investir. Para abrir uma caderneta de poupança, os bancos pedem apresentação de RG, CPF e comprovante de residência.
        Os CDBs (Certificado de Depósito Bancário) são títulos de renda fixa emitidos pelos bancos para captação de recursos. O valor mínimo necessário depende do banco porque cada banco oferece o “seu CDB”, um tipo de investimento com risco menor, sem nenhum custo e resgate automático, onde o dinheiro é aplicado em um CDB do banco, que garante o valor aplicado. É um serviço de aplicação e resgate automático do seu dinheiro disponível em conta corrente (sendo necessário um mínimo de R$ 100,00), sem nenhum custo e com rentabilidade diária.
        Tesouro Direto - Os títulos públicos são ativos de renda fixa, com a finalidade de captar recursos para o financiamento da dívida pública, e atividades do Governo Federal. Na prática, é como emprestar seu dinheiro para o Estado. Atualmente, é possível comprar diretamente os títulos que desejar, sem aquisição de cotas de fundos de investimento – por isso o nome Tesouro Direto -, o que reduz o custo de intermediação.
        Um investimento de renda fixa pode ser o ideal para elevar o montante poupado, porque a aplicação de juros sobre juros funciona como um reinvestimento dos ganhos e do montante para a aplicação dos juros do próximo período. Isso acontece período a período — de mês a mês, por exemplo.

        Tenha o melhor mês de maio que você conseguir ter. Deseje o mesmo pra mim.








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